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Adoçantes novos e antigos: conheça seus benefícios e malefícios

Açúcar é um termo empregado para denominar os carboidratos cristalizados comestíveis que adoçam nossos alimentos e bebidas. Na maioria das vezes, o açúcar é composto por sacarose, lactose, frutose ou glucose. Seu consumo excessivo é prejudicial para a saúde, uma vez que uma alimentação rica em açúcar é pouco nutritiva.

Para evitar o consumo desta substância, pode-se optar por adoçantes, também chamados edulcorantes. Eles possuem o mesmo objetivo que o açúcar, mas são utilizados em menor quantidade por terem maior capacidade adoçante. Pessoas com dietas restritas ao açúcar ou em tratamento para perda de peso sabem: há muitos tipos de adoçantes no mercado.

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Quais são as diferenças entre eles?

Os adoçantes diferem entre si na origem, na capacidade de adoçar e na quantidade de calorias. Os adoçantes naturais contêm menos calorias que o açúcar e os artificiais não contêm calorias. Entre os edulcorantes artificiais estão os à base de aspartame, ciclamato, sacarina e sucralose. Já frutose, sorbitol, manitol, xilitol, taumatina e stevia são bases de adoçantes naturais, sendo os três últimos novidades no mercado.

 

Quais são suas características?

Os aspartames são os mais utilizados e, por conterem fenilalanina, devem ser evitados por quem sofre de fenilcetonúria. O ciclamato é comumente utilizado em alimentos e sua comercialização é proibida em alguns países por poder causar câncer e alergias. A sacarina é o adoçante mais antigo, sendo encontrado em alimentos, cosméticos e medicamentos. Deixa um sabor amargo na boca após o consumo. A sucralose resiste a altas temperaturas, por isso é encontrada em produtos esterilizados, UHT ou pasteurizados. Não causa cáries e é eliminada pelo organismo até 24 horas após o consumo.

A frutose é extraída de frutas, mel e cereais. Pode provocar cáries e seu uso é limitado para pacientes diabéticos. Sorbitol tem origem em frutas e determinadas algas marinhas. Diabéticos e pessoas que combatam a obesidade não devem consumir esta substância. O manitol é extraído de vegetais e algas marinhas e não é indicado para diabéticos. Pode funcionar como laxante caso ingerido em grandes quantidades.

Entre as novidades, o xilitol é encontrado em fibras de vegetais como milho, framboesa, ameixa e alguns cogumelos. Adoça tanto quanto a sacarose, mas não aumenta os níveis de açúcar no sangue. A taumatina é extraída de uma fruta do oeste do continente africano e pode ser consumida por diabéticos, fenilcetonúricos, crianças e gestantes. A stevia tem origem vegetal e há relatos de sabor residual após o uso.

 

Quais são seus malefícios?

Alguns adoçantes podem causar dores de cabeça, alergias ou danos ao fígado. Tanto os naturais quanto os artificiais simulam a ingestão de açúcar e levam à produção de insulina. Isso pode causar acúmulo de gordura e, consequentemente, obesidade e risco de diabetes.

É importante ter em mente que, para emagrecer, é necessário reequilibrar a alimentação e manter hábitos saudáveis. Os adoçantes são apenas uma ferramenta para adaptar o paladar à ausência ou à restrição de açúcar. É preciso analisar os ingredientes utilizados na produção e avaliar seus impactos.

Converse com seu médico de confiança sobre o assunto. O profissional especializado irá analisar seu caso e propor as melhores opções.

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